Orquiectomia bilateral

Jose Joffre Martins Bayeux
Médico Veterinário 
CRMV-SP 8767

Revisão anatômica, indicações, técnicas e as complicações mais comuns.

 

As complicações associadas à castração equina são conseqüências comuns de ações clínico-cirúrgicas resultantes de atos executados por charlatães ou mesmo reações individuais do paciente equino  O conhecimento do desenvolvimento embriológico e anatomia topográfica são essenciais para diferenciar o anormal de estruturas normais e minimizar tais fatos. Estas complicações por diversas vezes são atribuídas à execução irregular do ato cirúrgico por leigos ou charlatães que oferecem seus serviços por preços irrisórios ou mesmo sem custo algum. Como em qualquer ato cirúrgico, o animal deve ser avaliado e examinado clinicamente para a correta indicação da técnica e do acesso a serem aplicados (p.e. laparotomias para-medianas ou laparoscopias pelo flanco em animais criptorquidas). Os riscos anestésicos devem ser discutidos e demonstrados, juntamente com a explanação das possíveis complicações pós-cirúrgicas.

As complicações mais freqüentes de uma castração incluem o edema pós-operatório, hemorragia excessiva, eventração, funiculites, peritonites, hidrocele, danos ao pênis e a continuidade do comportamento de garanhão.

Este artigo exemplificará além dos métodos corretos de tal ação, a sua real indicação e possíveis complicações.

 

 

“Castrar ou não Castrar, eis a questão….”

 

O animal castrado parece a muitos proprietários um animal que perdeu algo, com valor comercial menor, sem brio ou mesmo sem o ímpeto machista de um garanhão.

Felizmente esta mentalidade já esta sendo alterada por boa parte dos criadores e sendo bem assimilada pelos proprietários finais.

Um animal inteiro, ou seja, um garanhão, tem por finalidade a perpetuação do fenótipo e do genótipo, ou seja, as características externas de uma boa conformação agregadas ao histórico genético dos seus antepassados ligadas a excelência esportiva e/ou linhagens de conformação.

Seguindo esta linha de pensamento a dúvida de castrar ou não um animal deve ser do criador e não do proprietário final que mantém o animal para o esporte e lazer. O criador tem um dilema muito maior, pois como saber se um potro de dois a três anos de idade (idade ideal para a cirurgia) irá ser um campeão da raça ou meramente mais um entre muitos. A correta avaliação de um garanhão é muito importante. Um garanhão ruim que traz prejuízos ao haras, às vezes pode ser um excelente cavalo de trabalho, bonito e habilidoso.

Os proprietários devem ser informados das qualidades de um animal castrado e não do revés de possíveis descobertas de um criador famoso que castrou um potro campeão.Os animais castrados destinados ao proprietário final sejam eles, para trabalho, lazer ou esporte são muito mais concentrados, seguros, fáceis de incluir no esquema de manejo da propriedade e por diversas vezes até mais qualificados ou com melhoras no desempenho atlético. Os acidentes de manejo com garanhões vendidos a estes tipos de “consumidores finais” são muito comuns, desde acidentes no lazer de final de semana com o animal selado, até acidentes entre os próprios animais do rebanho.

Então pergunto, porque não castrar um animal sem utilidade exclusivamente reprodutiva?

Hoje em dia grandes criadores, haras de grande renome no hipismo e turfe nacional, ranchos criatórios das diversas raças de trabalho e esporte e grandes cabanhas sulistas oferecem seus produtos castrados e prontos para as utilidades a que se destinam.

 

A questão financeira do animal com a depreciação do valor deste ou daquele animal castrado geralmente repercutem a falta de conhecimento do avaliador, excluído do mercado mundial ou mesmo da tendência de vendas deste tipo de cavalo. Em mercados mais bairristas aonde ainda o garanhão para o lazer ou trabalho é considerado melhor que um castrado, infelizmente há uma avaliação depreciativa. O proprietário final, o qual não está interessado em comercialização de animais ou mesmo preza pela segurança e maneabilidade, não terá dúvidas em qual animal adquirir ou mesmo de castrar um animal.

 

O comportamento de um castrado muda? Sim e muito, a testosterona um hormônio androgênico, produzido pelos testículos, responsável pela libido do animal irá decrescer vertiginosamente como a retirada destas estruturas.Fisicamente não há diferenças externas, porém, o cavalo castrado fica mais calmo e, portanto menos estressado, perdendo gradativamente a libido, passando a se alimentar melhor e tendo um ganho de peso acentuado, com um comportamento cada vez mais pacato. O instinto sexual do animal castrado vai diminuindo aos poucos até que termine a quantidade de testosterona circulante, quando ele perde então a capacidade de fecundar. Esse tempo levará em média de 45 a 120 dias, sendo que, após esse tempo à probabilidade de fecundação é zero, apesar de alguns animais permanecerem com a libido ativa por muito tempo, sendo aptos ainda durante um período, a detectar cios e fazer montas em éguas, sem que isso cause prejuízo a ambos.

 

Meu cavalo é garanhão e não apresenta este comportamento impetuoso, porque?

A medicina veterinária não é matemática, então cada animal é um indivíduo com comportamentos diferenciados e aptidões singulares. Existem cavalos inteiros sem um comportamento sexual ativo e animais castrados indomáveis.  A avaliação do animal, executada pelo veterinário e endossada pelo proprietário, deve ser a mais clara e ampla possível, evitando assim, falhas irrecuperáveis.

 

 

 

Revisão Anatômica

 

Aanatomia Testicular

Anatomia Testicular

 anatomia testicular2

 

A anatomia testicular eqüina está ligada intrinsecamente a termoregulação, onde podemos identificar áreas demarcadas pelas sinuosidades de muitos dos vasos sanguíneos, justamente para a regulação térmica dos testículos. A produção e o armazenamento espermático ocorre dentro destas estruturas, as quais mantêm uma temperatura cerca de dois graus abaixo da temperatura corpórea.

O estudo anatômico da região e a técnica cirúrgica empregada garantem ao animal uma recuperação sadia e rápida.

Apenas o médico veterinário com conhecimentos anatômicos regionais, poderá intervir em casos de acidentes cirúrgicos como, por exemplo, uma hemorragia, sendo desaconselhável a execução deste ato cirúrgico por leigos ou charlatães (práticos).

 

 

Considerações pré-operatórias

 

Antes da castração todos os cavalos devem passar pelo exame físico que inclui um exame externo do trato reprodutivo, principalmente palpar o escroto e os canais inguinais para certificar a presença dos dois testículos e a ausência de uma hérnia inguinal.

A avaliação do animal por meio de hemograma completo e a profilaxia para o tétano também são de grande valia.

O jejum alimentar de 12 horas é preconizado para evitar problemas gastroentéricos e favorecer a indução e manutenção anestésica.

A castração pode ser executada com o cavalo em estação (em pé) sedado e com anestesia regional ou com o cavalo em decúbito lateral sob anestesia geral. A escolha é em grande parte baseada na experiência e preferência do cirurgião e na índole do animal.

 

Técnicas cirúrgicas

 

A cirurgia executada em cavalos normais, sem alterações anátomo-patológicas, tem a duração de 30 a 45 minutos (em estação ou em decúbito lateral) independente da técnica escolhida (aberta, fechada ou semi-fechada). As diferentes técnicas são decorrentes da preferência de cada cirurgião e mantém um grau de eficiência semelhante.

Em cavalos criptorquidas (um testículo no escroto) ou monorquidas (ausência de testículos no escroto) podemos utilizar as seguintes técnicas e localizações:

 

  • Inguinal
  • Para inguinal
  • Suprapúbica para-mediana
  • Flanco
  • Laparoscópica

 

Cada técnica tem as suas vantagens e desvantagens (custo x benefício), as quais devem corroborar em favor do bem estar do animal e a decisão deve ser de comum acordo entre o proprietário e seu veterinário.

Os exames clínicos (raça, idade, peso, estado nutricional, vacinações, exame físico,…), unidos aos exames complementares, podem identificar contra-indicações para tal ato, por exemplo, um animal monorquida (detecção de taxas de testosterona no soro ou plasma seguido ou não da estimulação por HCG) ou um animal com mais de dez anos com o testículo apresentando fibroses e hidrocele, auxiliando na decisão correta da técnica cirúrgica a ser empregada ou do seu cancelamento.

 

 

 

 

Complicações pós-cirúrgicas

 

 

  1. Edema pós-cirúrgico:

 

 

Algum grau de edema prepucial e escrotal nos primeiros 06 dias é considerado normal, regredindo antes de 09 dias. Inchaços excessivos configuram uma complicação comum e tipicamente acontecem pela drenagem inadequada através da ferida cirúrgica.

 

Causas mais comuns:

 

  • Pouco exercício ou mesmo estabulagem excessiva no pós-operatório,
  • Drenagem linfática pobre,
  • Trauma cirúrgico excessivo e
  •  Infecção.

 

O edema pós-operatório pode ser evitado instituindo uma incisão escrotal grande (avaliar a enfermagem diária), retirada de tecido excessivo, removendo o tanto o quanto possível da túnica vaginal.

O uso de duchas e exercícios controlados, e o uso de drogas antiinflamatórias podem reduzir este edema. O proprietário pode começar a trabalhar o cavalo 24 a 48 h depois da cirurgia. O edema excessivo no pós-operatório é doloroso e impede a movimentação do animal.

No caso de ocorrer um fechamento precoce das feridas cirúrgicas escrotais, pode ser benéfico reabri-las para facilitar a drenagem, até que a redução do edema. Tratamentos antimicrobianos também devem ser instituídos se ocorrer descargas purulentas no local da incisão. Problemas secundários associados com um edema severo incluem fimose, celulite, infecção e disúria.

 

  1. Hemorragia

 

A hemorragia pode acontecer durante, imediatamente depois ou vários dias após a cirurgia.

O sangramento proveniente da região do escroto, depois de executada uma castração em um animal sadio é comum, porém se há uma hemorragia profusa, contínua e que não cessa ou decresce em 15 minutos, deve ser considerada excessiva. Este tipo de sangramento geralmente é originário da artéria testicular, mas também pode ser procedente de uma ruptura traumática ou dilaceração dos ramos do plexo pudendo. A hemorragia arterial geralmente é resultante de uma emasculação inadequada. O emasculador deve ser aplicado perpendicular ao cordão espermático (sem tensão), e executada uma incisão com uma lâmina eficaz, evitando lacerações.

Os parâmetros ideais para a interrupção de uma hemorragia oriunda de uma castração dependem do método utilizado, região afetada e condições para a execução destas ações. O método cirúrgico (decúbito dorsal) é sem dúvida a melhor maneira para a identificação e interrupção da hemorragia, porém devemos ter cautela com a anestesia destes pacientes depauperados e nem sempre estamos providos da facilidade de um centro cirúrgico para o apoio veterinário.

A maneira mais efetuada, a campo, é a possível identificação do local e a sua ligadura proximal. No caso de uma identificação presuntiva, o uso de um fórceps para a apreensão e hemostase do cordão espermático é preconizado, sendo retirado de 12 a 24 horas após a interrupção do sangramento. Se não há como identificar ou providenciar uma apreensão segura destas estruturas hemorrágicas, normalmente o escroto é suturado com um chumaço de gazes no seu interior, na tentativa de promover a hemostasia (Hemostasia: processo pelo qual se impede o sangramento: Pode ser feita com fios cirúrgicos, suturas mecânicas, esponjas absorvíveis ou unidades de eletrocirurgia) através da coagulação do sangue pela pressão exercida.

Esta é a complicação mais comum em atos cruentos executados por práticos, levando o animal a óbito em 12 a 24 horas, sendo somente pela hemorragia profusa ou mesmo acompanhadas por tentativas absurdas para cessá-la, como a introdução de borra de café, terra, estrume de vaca, ferros incandescentes, etc…

Denuncie estes atos à polícia, isto configura maus tratos e exercício ilegal da profissão.

 

  1. Eventração

Eventração: saída total ou parcial das vísceras através de abertura muscular na parede abdominal ficando protegidas somente pelos tegumentos superficiais.

A eventração pelo anel vaginal através da incisão escrotal é incomum, geralmente acontecendo dentro de 4 h, podendo acontecer até seis dias após a cirurgia. A eventração do intestino delgado compõe 67% dos casos enquanto o prolapso omental incluem o restante.

Os fatores predisponentes incluem uma hérnia inguinal indetectável (a palpação do escroto e regiões inguinais podem identificar hérnias em potros), presença de estruturas viscerais adjacente ao anel de inguinal interno, e aumento da pressão abdominal.

Se ocorrer uma evisceração o objetivo principal deve ser a limpeza e proteção do intestino e evitando que seja excessivamente traumatizado ou contaminado. O intestino deve ser protegido por uma toalha umedecida amoldada em uma funda e o animal encaminhado ao centro cirúrgico. A taxa de sobrevivência de 85 a 100% pode ser esperada quando o tratamento apropriado é instituído.

O uso de antibióticos de largo espectro e anti-inflamatórios devem ser iniciados o mais breve possível.

O prolapso do omento pelo anel inguinal normalmente pode ser administrado com uma sedação para a transecção do omento prolapsado o mais proximal presumível, na recuperação, o cavalo deve ser mantido quieto em uma baia por 24 a 48 h. A evisceração do omento pela da ferida escrotal é muito menos séria que a eventração intestinal.

 

 

  1. Funiculite

 

A funiculite é a inflamação do cordão espermático, normalmente é um processo séptico que se desenvolve como uma extensão de uma infecção escrotal ou de um emasculador ou ligadura contaminada.O fracasso de uma remoção da túnica vaginal e do músculo cremaster externo durante castrações abertas predispõe cavalos a funiculites sépticas. Os sinais variam de pirexia (febre), claudicação, edema inguinal e escrotal e descarga crônica de secreções purulentas.

Há casos em que após vários anos depois de castrado  o animal desenvolva a funiculite, nos casos agudos, freqüentemente são sanados com uma terapia antimicrobiana e o estabelecimento de drenagem, mas ocasionalmente a remoção cirúrgica do segmento infetado é requerido.

A extensão do processo séptico pelo anel inguinal e pela cavidade peritoneal é possível mas incomum, se ocorrer, o prognóstico torna-se de reservado a pobre.

 

  1. Peritonite

 

As cavidades vaginais (do escroto) e peritoneal se comunicam e a peritonite asséptica após a castração é comum. A peritonite séptica é rara, mas deve ser considerada onde sinais de dor abdominal, pirexia, taquicardia, diarréia, perda de peso e relutância ao andar estão presentes. Neutrófilos tóxicos ou degenerados e bactérias intracelulares achadas na abdominocentese confirmam o diagnóstico. O tratamento consiste no uso de antibióticos apropriados, terapia antiinflamatória, drenagem e lavagens peritoneais, e drenagem adequada pelo escroto. Este tipo de complicação gera um prognóstico pobre, pois a extirpação das estruturas contaminadas e o controle bacteriano no peritôneo é difícil e oneroso, muitas das vezes sendo indicada a eutanásia do animal..

 

 

  1. Hidrocele

 

A hidrocele é o acúmulo de fluído estéril, âmbar, dentro da túnica vaginal. Pode ocorrer logo após ou anos depois da castração, sendo implicada a retirada insuficiente da túnica vaginal, principalmente em mulas.

O tratamento é executado pelo veterinário, drenando este acúmulo e em casos mais graves, seccionando a túnica excedente próximo ao anel inguinal.

 

 

  1.   Comportamento masculino continuado

 

 

A castração não elimina o comportamento sexual de um garanhão em 100%dos castrados, estatisticamente 75% dos animais castrados mudam este comportamento, mas 25% ainda apresentam sinais de libido.

Vários autores estudam tal fato e implicam na falha da remoção do epidídimo, testículos ectópicos, produção de hormônios andrógenos pelas glândulas adrenais e razões psicológicas. Bem, andrógenos não são produzidos pelo epidídimo, então a ausência ou presença desta estrutura não influi na manutenção deste comportamento. A produção deste hormônio por testículos ectópicos ou pelas glândulas adrenais nunca foi estabelecida em cavalos, sendo improvável a causa deste comportamento pós-cirúrgico.

É provável que o fator psicológico represente uma interação social normal entre cavalos e, talvez por esta razão, animais adultos não apresentam esta porcentagem de êxito no pós-cirúrgico.

No caso de um comportamento excessivo ou histórico de uma castração de comprovação obscura (monorquidismo), a dosagem hormonal pode ser usada para estabelecer se há tecido testicular presente.

 

 

Bibliografia consultada

 

 

D SEARLE, AJ DART, CM DART and DR HODGSON

University Veterinary Centre, Department of Veterinary Clinical Sciences, The University

of Sydney, Werombi Road, Camden, New South Wales 2570

Aust Vet J Vol 77, No 7, July 1999

 

comentários
  1. Cristina Bessa disse:

    Boa Doc!! Um excelente assunto a ser abordado.

  2. Leandro disse:

    Meu cavalo foi castrado a uns quinze dias e do terceiro dia endiante está com um grande inxaço na rerião do pênis, que inclusive esta pra fora do crepúsculo. estou tratando com três veterinários e eles nunca viram isso. Não sei mais o que fazer, se tiver alguma opinião sobre me avise…muito obrigado.

  3. Leandro disse:

    Sou de Porto Real, se vocês quizer posso lhe enviar varias fotos.

    • jjvet disse:

      Oi Leandro, envie sim, mas por email ou telefone fica dificil avaliar…
      Pode ter ocorrido vários fatores, sendo inerentes ao cavalo, ao ato cirúrgico ou ao pós-cirúrgico.
      Podem ser várias as causas…desde um processo inflamatório exacerbado, uma infecção ou algo relacionado a cirurgia ou ao pós, entende?
      Foi castrado em pé? deitado? qual técnica? como foi feito o pós? qtos anos tem o animal? etc…
      estamos a 3 horas de distância…300km…pertinho…

  4. Leandro disse:

    Bom dia! Castração foi feita deitada, sem o uso de anestesia. Quando faz exercícios ele desinxa um pouco, mas não consegue guarda-lo no prepusculo.
    Vc pode me enviar seu e-mail, assim q recebe-lo te envio as fotos.

  5. Ladimir Junior disse:

    Bom dia,
    Castrei meu cavalo em 29/11/2011 com um veterinário, isto para não correr o risco com qualquer pessoa que se diz ser especialista no assunto ( peão ), mas meu cavalo apresentou funiculite e até hoje está com este problema. Quais as garantias que um veterinário tem que dar para os casos de castração? ele tem que cuidar para não dar funiculite ou se caso der ele deverá abrir novamente para que o problema seja sanado sem custo para o proprietário?
    Obrigado!

    • jjvet disse:

      Bom dia Ladmir.
      Complicado avaliar sem presenciar o caso. Porém fique ciente que apesar de um procedimento rápido de ser executado, a orquiectomia bilateral (castração) é uma cirurgia, sendo assim, passível de ocorrências no ato ou em sua recuperação.
      Para diminuir estes fatos desagradáveis, o ato cirúrgico deve ser executado com toda segurança possível e seu Pós (tão importante quanto a cirurgia) feito por pessoas dedicadas e com conhecimento.
      Casos fortuitos de infeções podem ocorrer e devem ser tratados o mais rápido possível.
      Quanto a garantias, o mais correto é ter confiança em seu profissional para evitar dessabores. A quebra desta confiança gera debates infrutíferos e a solução desejável tem que ser concentrada na recuperação do animal, quem sabe uma segunda opinião pode ser um caminho?
      Portanto se seu animal tem uma funiculite, o tratamento deve ser realizado o mais rápido possível! Clinicamente ou cirurgicamemente, dependendo de avaliações como hemograma, ultrasom, tempo decorrido, entre outras…
      Parabéns pelo fato de ter procurado um veterinário para executar essa cirurgia, uma cirurgia cercada de muitos pormenores que podem realmente gerar complicações.
      Infelizmente em seu caso houve essa intercorrência, mas você esta no caminho certo! A solução deve ser discutida com o profissional que lhe assiste.
      Abraços
      Joffre

      • Ladimir Junior disse:

        Agradeço o retorno sobre o assunto, tendo em vista que o caso deverá ser retirado o material infectado, gostaria de saber se o cavalo corre risco de vida nesta segunda cirurgia, sabendo que apresenta uma certa aderencia ( caroço ) pouco mais a frente do local da castração? Quanto a garantia, quais as medidas que o Dr. acredita que devo tomar, pois o unico retorno que tive foi que o mesmo veterinário fez algumas aplicações de antibioticos sem resultado e me informando que os custos de uma nova cirurgia será tudo por minha conta, sabendo que já paguei a castração R$ 720,00 + R$ 500,00 pelos novos medicamentos.
        Obrigado!

      • jjvet disse:

        Ladimir, boa noite!
        Entenda, toda e qualquer cirurgia envolve riscos a vida do animal. Para que estes riscos sejam os menores possíveis temos que nos cercar de profissionais experientes, ambiente hospitalar de qualidade e pós cirúrgico executado com os mesmos critérios. O caso que cita me parece um abcesso encapsulado na região do funículo espermático, correto? Como a decorrência do ato cirúrgico e seu aparecimento foi a mais de um ano, o animal pode ter desenvolvido uma reação ao material da transfixação das artérias ou alguma intercorrência durante o pós que levou uma infecção ao local….apenas conjecturas…um exame acurado de ultrassom pode revelar a causa provável, bem como sua localização e possíveis riscos ao seu animal.
        As garantias que devem ser dadas serão sempre relacionadas a um bom profissional executando um ato cirúrgico de forma adequada! Como relacionado neste artigo, são muitas as complicações que podem advir desta cirurgia e cada animal reage de forma única.
        O custo que se refere ao ato está dentro da média e os custos com as medicações são muito variáveis (tipos, doses, peso do animal, etc).
        Minha sugestão: Encaminhe o seu animal a um centro cirúrgico para efetuar a retirada deste abcesso o mais rápido possível. A demora pode causar o alastramento do conteúdo deste granuloma gerando até uma possível peritonite.
        Como evitar este stress todo? Converse com o seu veterinário antes de ações clínico cirúrgicas, esclareça todas as dúvidas sobre o ato, sobre valores, sua recuperação, prognósticos e riscos.
        O segredo de uma boa parceria é a confiança no profissional! Quando o elo é quebrado nada mais funciona! Portanto insisto a informação é a chave!!!!
        Espero tê-lo ajudado!
        Abraços
        Joffre

      • Ladimir Junior disse:

        Muito obrigado por me auxiliar a tomar uma decisão, irei procurar um profissional que pense primeiro no animal e não em quanto irá cobrar e assim irei fazer os exames mencionado, sendo que até o momento não tive um suporte para resolver o problema.
        Att.

      • jjvet disse:

        Fico muito feliz em poder ajudar!
        Caso necessite de algo, conte comigo, ficarei honrado em lhe prestar auxilio.
        Abraços
        Joffre

  6. Alex disse:

    Castrei meu equino, ele competi vaquejada, com quanto tempo pode voltar às competições?

    • jjvet disse:

      Bom dia Alex, após 15 dias já é possível um trabalho mais efetivo e com 20 dias, se a cicatrização estiver completa, já podemos trabalhar o cavalo direcionado as competições.

  7. airton disse:

    TENHO UM POTRO DE 2 ANOS E MEIO, VOU TER QUE CASTRA-LO DIA 15, QUE ALIMENTOS POSSO DAR PARA ELE APOS A CASTRACAO, E QUAL TEMPO DE RECUPERACAO, E A PARTIR DE QUE DIA POSSO MONTA-LO. OBRIGADO

    • jjvet disse:

      Bom dia Aírton! Ao meu ver, se o seu animal consome uma boa ração comercial e um bom volumoso em quantidade e freqüência otimizada ao esporte, não há motivos para mudar só porque castrou o animal.
      Quanto ao retorno as atividades, isso dependerá do tipo de intervenção cirúrgica adotada pelo seu veterinário.
      Eu realizo a orquiectomia aberta com animal em pé e após 48hrs o animal já está trabalhando ( atividades leves). Portanto, converse com ele, com certeza obterá essa resposta com maior precisão.

    • jjvet disse:

      Aírton eu mantenho a mesma alimentação. E a recuperação depende da técnica cirúrgica empregada. O seu veterinário poderá esclarecer este fato com maior precisão.
      Quanto a suplementos, como a cretina, pode ser dado a qualquer momento.
      Abraços
      Joffre

  8. airton disse:

    bom dia! gostaria de saber se depois que castrar meu potro ele ainda vai crescer? ele é meio sangue quarto de milha e tem 2 anos e meio. depois de castrado com quanto tempo posso dar creatina pra ele?. obrigado.

  9. airton disse:

    obrigado por ter respondido as perguntas anteriores, mas gostaria de saber se posso dar milho ou farelo de milho depois da castracão?

    • jjvet disse:

      Aírton não sou adepto a ração farelada. A economia que você tem em relação a qualquer ração comercial é perdida quando equacionamos a saúde do nosso animal. Além de não conter os nutrientes necessários, a retirada de cálcio dos ossos afetará o crescimento e vida atlética do seu potro. Não recomendo essa alimentação nem no pós e nem nunca!

  10. airton disse:

    então qual melhor tipo de ração para dar?

    • jjvet disse:

      Ração compreende o que ele come diariamente e você tem que adequar a idade, uso, custo e necessidade do animal.
      Concentrado seria a ração comercial. Um volume não superior a 1% do peso, divididos em 3 x ao dia.
      O volumoso de boa qualidade In natura ou mesmo fenado é o que fará a diferença.
      Feno de coast cross por exemplo 1a2% do peso vivo/ dia
      Alfafa 1% do pv /dia
      São exemplos….

  11. airton disse:

    gostaria de saber se existe algum complemento para crescimento?

  12. airton disse:

    como devo dar creatina para meu potro? pois a creatina deve se dar 6 porção de 20 gramas por dia, num total de 120 gramas diarias nos primeiros 15 dias, gostaria de saber se posso dar em duas vezes de 60 gramas. obrigado

  13. airton disse:

    POSSO DAR MILHO PARA ELE, APOS A CIRURGIA?

  14. airton disse:

    AQUI NO RN, DIZEM QUE O MILHO INFLAMA O LOCAL E DEMORA A CICRATIZAR, ISSO É VERDADE?

  15. airton disse:

    ENTÃO PORQUE NÃO POSSO DAR MILHO?

    • jjvet disse:

      O milho é uma excelente fonte de energia, porém o seu uso sozinho, não configura uma ração, pois o animal terá deficiência de vários outros nutrientes e um excesso de amido. Isso faz com que não cresça, fique obeso, e corre riscos de doenças como a laminite (aguamento), além da deficiência de cálcio. Portanto se você realmente quer tratar corretamente do seu animal, forneça uma ração balanceada, existem várias marcas no mercado. O uso de rações caseiras não é recomendado, pois não tem todos nutrientes necessários ou terá excesso de alguns…

  16. airton disse:

    OBRIGADO MAIS UMA VEZ POR ESCLARECER MINHAS DUVIDAS, ESTE SITE É FANTASTICO.

  17. airton disse:

    SERA QUE LOGO APOS A CIRURGIA ELE VAI EMAGRECER UM POUCO?

    • jjvet disse:

      se a cirurgia for efetuada com todos cuidados necessários, o curativo no pós cirúrgico e as medicações forem efetuadas segundo a prescrição do seu veterinário, geralmente em 15 dias já está cicatrizado. Sem perdas de peso ou quaisquer danos ao animal.

  18. airton disse:

    POSSO DIVULGAR ESTE SITE PARA OUTRA PESSOAS?

    • jjvet disse:

      com certeza…
      o intuito é esse mesmo…divulgar a informação correta para o benefício dos cavalos, mulas, burros, jegues…
      Acabar com o charlatanismo e evitar a ação dos práticos que realizam curanderismo!
      O conhecimento é uma arma! Uma boa arma!

  19. airton disse:

    HA MUITO TEMPO QUE PROCURAVA UM SITE COMO ESTE PARA TIRAR DUVIDAS COM UM VETERINARIO.

    • jjvet disse:

      que bom!
      Porém não substitui, em hipótese alguma uma consulta com o seu veterinário.
      Fico feliz que castrará seu animal com um colega, muitos fazem de forma rude, errada e até mesmo com crueldade com pessoas “acostumadas” a fazer. O bem estar do seu animal em primeiro lugar! A economia gerada por atos deste tipo tem, por vezes, resultados trágicos!

  20. airton disse:

    O MEU VETERINARIO ME FALOU QUE SÓ FAZ A CASTRAÇÃO COM O CAVALO DEITADO NO CHÃO, OU SEJA, VAMOS PRECISAR DERRUBA-LO E AMARA-LO, SERA QUE ISTO PODE TRAZER ALGUM DANO AO ANIMAL.

    • jjvet disse:

      Isso depende da experiência de cada um…
      Uma boa técnica anestésica e uma queda controlada, bem como, uma recuperação anestésica adequada são tão eficazes quanto ao ato cirúrgico em estação (em pé).
      Na minha experiência , prefiro em pé, por vários motivos: menos pessoas envolvidas, menor chances de traumas, testículos em posições melhores para a cirurgia e menor chance de contaminação. Porém essa é minha preferencia pessoal, e cada colega tem a sua. Outro fator é a cooperação do animal, existem animais muito indóceis que uma anestesia em decúbito lateral (deitado) é essencial para a segurança de todos.
      O importante é realizar a cirurgia cercada de todos cuidados que qualquer ato deste porte exige, assim diminuímos as chances de problemas.

  21. airton disse:

    QUAL O PREÇO DE UMA CIRURGIA DESSE PORTE

  22. airton disse:

    QUAL O TEMPO DE DURAÇÃO DE UMA CASTRAÇÃO?

  23. airton disse:

    QUANTOS MINUTOS DURA UMA CASTRAÇÃO?

  24. airton disse:

    QUAL TEMPO DE DURACÃO PARA ESSA CIRURGIA/

  25. airton disse:

    LOGO APOS, O ANIMAL DEVE FICAR SOLTO NO PASTO OU EM UMA BAIA.

    • jjvet disse:

      Fique tranquilo, o veterinário que lhe assiste dará as orientações. Certamente, um animal recém operado não deve ser solto e sim embaiado. Após o primeiro período de riscos de hemorragia, o animal deve ser solto para evitar acúmulo de secreções.

  26. airton disse:

    MESMO QUE ELE FIQUE EM UMA BAIA, E QUE EM MINHA PROPRIEDADE EXISTA UMA ÉGUA NO CIO, QUAIS OS RISCOS?

  27. airton disse:

    DESCULPA POR ESTÁ TE FAZENDO MUITAS PERGUNTAS, MAS É QUE ESTOU UM POUCO NERVOSO E ANCIOSO.

  28. airton disse:

    APÓS 30 DIAS ELE AINDA PODERÁ FICAR AGITADO SE UMA ÉGUA ESTIVER NO CIO?

  29. airton disse:

    MEU POTRO APESAR DE SER UM ANIMAL INTEIRO NÃO É AGITADO, ELE SEMPRE É CALMO, SE COLOCASE ELE PARA CRUZAR UM DIA ANTES DA CIRURGIA NÃO SERIA MELHOR?

  30. Ladimir Junior disse:

    não me arrependo nenhum pouco de ter castrado meu potro, somente o mesmo teve uma funiculite que não conseguimos curar com antibioticos e o mesmo teve que ser operado, gerando um trauma enorme ao animal, onde o mesmo está em recuperação!
    qual a causa de uma Funiculite se a tecnica de castração não foi utilizado fios, sendo que somente o emaculador? Esta infecção pode ter gerado antes mesmo do animal ser castrado?

    • jjvet disse:

      Olá Ladmir!
      Fico contente que resolveu seu caso!
      Uma funiculite é uma infecção grave das estruturas que permanecem após a retirada dos testículos. Geralmente ocorre no pós cirúrgico, porém, pode ocorrer uma infecção iatrogênica, ou seja, durante o ato.
      Para evitar esse fato, os materiais utilizados devem ser esterilizados e o campo operatório asséptico.
      Independente da causa, o tratamento deve ser instituído o mais precoce possível, assim a resolução é favorável.

      • Ladimir Junior disse:

        Realmente, o cavalo ficou dois anos para ser operado, sendo que fizemos algumas aplicações de antibioticos, mas a unica coisa que conseguimos foi uma regressão momentanea, onde optei por uma remoção do foco da infecção, novamente efetuei aplicação de antibioticos e a cirurgia em si.
        Minha duvida hj após ver o material retirado, onde não encontrei nenhum corpo estranho como na maioreia dos casos é causado por fios de nylon e algo semelhante, mas o meu não havia nada, somente a infecção em ambos os tendões. Existem casos de funiculite que o cavalo já está com infecção nos tendões antes de ser castrado ou a funiculite somente é gerada após a castração?

        Outra questão, qual a média de tempo para a cicatrização de uma operação como esta?
        meu cavalo após a cirurgia somente está comendo feno e alfafa, nada de ração.

        Att

      • jjvet disse:

        Ladmir, aí é uma outra história…
        A formação deste granuloma se deu a algum centro infeccioso, durante o ato cirúrgico ou no curativo do pós.
        Duvido muito que o animal tenha um foco pré existente.
        Biologia não é matemática, mas não acho que um foco infeccioso pré existente seja a causa, pelo menos nunca soube de um caso.
        Quanto a cicatrização, isso depende do tamanho da incisão e do grau de infecção, alem do estado do próprio animal. Isto é muito variável, mas não deve passar de 20 dias.
        A alimentação deve ser ponderada, pois a cirurgia deve ter sido de médio porte.
        Um caso “sui generis” ! geralmente o foco está ligado a um fio de sutura incompatível (nylon, algodão, etc).
        Investigue a causa…

      • Ladimir Junior disse:

        Bem, agradeço os comentários, pois são de grande valor para meus conhecimentos. Quanto a causa da infecção acredito que pode ter ocorrido por conta de algo no ato da castração ou nos curativos, pois acompanhei a castração e neda foi amarrado junto ao tendão.
        Ultima questão, após uma cirurgia de estração do cordão infectado ( Funiculite ) quais as chances de voltar o quado infeccioso? lembrando que o cavalo está sob medicamentos e cuidados nos curativos?
        Obrigado!

      • jjvet disse:

        A probabilidade de reinfecção é muito remota, a não ser que o foco não seja retirado na totalidade ou ocorra uma nova infecção no pós cirúrgico.
        Acredito que seu problema foi sanado!
        Concordo com você, quando comenta que o foco infeccioso pode ter sido produzido durante a cirurgia ou no pós.
        Obrigado a você meu amigo!
        São vocês que fazem o site progredir!

      • Ladimir Junior disse:

        Agradeço muito este canal de comunicação, pois ajudou muito para a resolução do problema de Funiculite. Parabéns pelo trabalho!

      • jjvet disse:

        elogios são sempre bem vindos!

  31. airton disse:

    estou dando 3 racoes ao dia e tambem capim, mas meu cavalo não está engordando. existe algum problema? o que devo fazert?

    • jjvet disse:

      O que são três rações? qual capim? que quantidade? a quanto tempo? quanto pesava? quantos quilos de ração? que esforço ele faz? leve, moderado, forte? como pode ver apenas um acompanhamento de perto pode resolver seu caso….

  32. airton disse:

    meu potro está com um dos pés inflamado no tornoze-lo´o que pode ser? e o que devo fazer?

  33. airton disse:

    OBRIGADO MAIS UMA VEZ.

  34. airton disse:

    meu potro foi castrado ontem, posso deixar ele solto no pasto com outros animais?

  35. airton disse:

    com quantos dias posso montar nele?

    • jjvet disse:

      Boa tarde Aírton, depende do tipo de ato e técnica cirúrgica empregada, no caso de uma atécnica que executo, a aberta, com 48 horas o animal já está trabalhando. O mais indicado é seguir as recomendações do colega que efetuou a cirurgia.

  36. airton disse:

    O MEU VETERINARIO FEZ DUAS ANESTEZIA ,LOGO NA PRIMEIRA ELE JA FICOU QUASE DORMINDO E CAINDO, APOS 12 MINUTOS O VETERINARIO FOI APLICAR UMA SEGUNDA ANESTEZIA, FOI AI QUE ELE DEU MUITO TRABALHO, QUASE QUE NÃO CONSEGUIAMOS APLICAR A SEGUNDA , GOSTARIA DE SABER SE ISSO FOI NORMAL E PORQUE O ANIMAL REAGIL ASSIM.OBRIGADO

    • jjvet disse:

      Isso depende muito do tipo de protocolo anestésico utilizado, bem como as doses, peso do animal, e reações individuais, porém me parece uma reação excitatória, comum em algumas associações anestésicas.

  37. airton disse:

    ele ainda está sangrando um pouco, isso é normal?

    • jjvet disse:

      Depende muito da técnica utilizada, mas um pequeno sangramento de vasos da pele ou estruturas anexas pode ocorrer por alguns dias. A própria manipulação para o curativo faz com que esse sangramento ocorra, mas sem danos ao animal.

  38. airton disse:

    ATÉ ONTEM MEU POTRO ESTAVA SANGRANDO,CHAMEI MEU VETERINÁRIO E ELE APLICOU TRES ANTI-COAGULANTE NELE, ESSE PROCEDIMENTO É CORRETO? QUANTOS DIAS AINDA PODE SANGRAR? HOJE ESTA FAZENDO OITO DIAS DA CASTRACAO.

    • jjvet disse:

      Sangtamentos persistentes ou cicatrizações tardias podem evidenciar infecções no local. A aplicação de anti-coagulantes, ao meu ver, tem uma ação pífia, o mais indicado é identificar a causa deste sangramento.

  39. airton disse:

    ESTOU APLICANDO NO LOCAL O IODO E O MATA BICHEIRA PRATA, EXISTE OUTRO COISA QUE POSSA UTILIZAR?

    • jjvet disse:

      O curativo deve ser feito com soluções anti-sépticas como iodopovidona ou clorexidine. O uso de sprays como o mencionado pode ser utilizado, porém, pessoalmente não gosto de utilizar.

  40. airton disse:

    ESTAVA QUERENDO MONTAR ELE MAIS ESTOU COM MEDO QUE O SANGRAMENTO AUMENTE.

  41. airton disse:

    ESTAVA QUERENDO APLICAR NELE INJECOES DE A.D.E, POSSO FAZER ISSOAGORA OU SÓ DEPOIS QUE ELE ESTIVER SARADO?

  42. airton disse:

    QUE MEDICAMENTOS POSSO DAR PARA ELE FICAR MAIS FORTE E GROSSO?

  43. airton disse:

    até ontem o meu potro estava sangrando um pouco, o veterinário disse que pode ser apenas um vaso, essa perca de sangue pode prejudicar o animal? o que posso fazer? hoje faz nove dias.

  44. Ladimir Junior disse:

    Boa tarde,
    dando seguencia a cicatrização de meu cavalo que sofreu uma cirurgia de Funiculite, hoje já se passaram 35 dias, onde o processo de cicatrização já está bem avançado, mas em um determinado local está com um enorme caroço endurecido, ou seja , acredito se tratar de uma fibrose. após o processo de cicatrização se ficar esta fibrose o cavalo poderá ter uma vida normal ou este tecido afetado deverá ser removido?

    • jjvet disse:

      Boa noite Ladmir
      Depende de que estrutura esta acometida, mais uma vez, faça um ultrassom para ter certeza de qual estrutura esta fibrosada, assim você terá certeza inequívoca do prognóstico. Sem esse exame complementar de imagem não é possível afirmar nada! Também servirá para observar a cicatrização.
      Grande abraço!
      Joffre

      • Ladimir Junior disse:

        Cicatrização finalizada, mas há dois dias formou outro caroço e voltou a vazar, me deixando totalmente desanimado com esta situação, pois fis todos os procedimentos necessários e infelizmente é algo que nunca presenciei na minha vida, uma enfermidade que não sara, simplesmente seca e volta….não há mécido que saiba o que é e nem o que deve ser feito…….o que devo fazer com este caso…..se já fiz tratamento com antibioticos por duas vezes, cirugia bilateral, onde foi retirado uma enorme concentração de tecido com tendões e tudo mais…….
        posso garantir que está tirando meu sono, pois o que devo fazer com um cavalo que simplesmente não sara e o custo dele começa a ficar inviavel…..????
        tb posso garantir que já tentei fazer de td, mas ninguem suficiente para cura-lo!!!! será que os procedimentos estão sendo aplicados de forma errada?????

      • jjvet disse:

        Gostaria muito de poder ajudar. Por favor me ligue para que possa examinar o seu cavalo, fazer um ultrasom e um hemograma de inicio.
        Também estou solidário com seu problema.

  45. Alexandre Delfino de Paula disse:

    Boa noite Doutor,tenho um potro de 14 meses,o mesmo como sua mãe e descendente da raça crioula,e muito esperto e dócil, quanto a não submete-lo a intervenção cirúrgica,o mesmo no futuro poderá mudar seu comportamento.Desde já meu muito obrigado.

    • jjvet disse:

      Boa noite! Geralmente animais com índoles dóceis caracterizam esse comportamento quando adultos, porém não posso afirmar que não mude esse modo dócil defronte a um outro garanhão ou égua no cio quando for mais adulto.
      Índole é uma coisa, atitude instintiva é outra. Portanto, caso não tenha intenções reprodutórias, a indicação é a cirúrgica.
      Espero ter sido capaz de sanar sua dúvida.
      Grande abraço
      Joffre

  46. Helbet disse:

    Bom dia Dr. José Joffre, gostaria de saber se o antibiótico Agrovet 5.000.000 15 ml se enquadra como um anti-inflamatorio de largo espectro, se não, ficarei grato caso senhor me sugira o medicamento mais adequado.

    • jjvet disse:

      Bom dia Helbert! O Agrovet é um antibiótico e não um antiinflamatório! Para a indicação deste ou de qualquer antibiótico, precisamos ser extremamente criteriosos, pois o que esta ocorrendo é a banalização do uso destes produtos. Qual a consequência deste ato? Uma resistência absurda das bactérias aos antibióticos, ocasionando infecções extremamente difíceis de tratar. Infelizmente os balconistas de lojas prescrevem sem critério e a venda indiscriminada é a nossa realidade hoje. Um mero garrotilho facilmente tratado com penicilinas a dez anos, hoje já está mais resistente… Necessitando outros grupos de antibióticos.
      Portanto Helber, o uso correto de um antibiótico deve ser embasado na cultura e antibiograma da bactéria envolvida. Outro erro muito comum é a dose incorreta ou mesmo a freqüência incorreta.
      Cuidado! Não utilize sem esses critérios! A banalização deste medicamento é extremamente perigosa.
      Grande abraço

      Joffre

  47. airton disse:

    bom dia,castrei meu potro a quase meses,não existe nenhuma inflamação, mais a parte que o veterinario cortou os testiculos e deu um nó com uma linha ficou saindo para fora do saco. o que é isso e porque ainda não sarou?

  48. airton disse:

    potro castrado ainda cresce?

  49. Ladimir Junior disse:

    Realmente cada individuo reage de forma diferente, pois castrei o meu cavalo em 2011 e até agora não está zerado…..maldita funiculite, um assunto que eu desconhecia até acontecer com meu cavalo…..um tremendo pesadelo, pois quando se acha que está curado, vem o inchaço e abre tudo outra vez……
    estou cuidando tratando com todos os melhores metodos possiveis, com o melhor Dr. da minha região assistindo o caso, medicamentos em massa e já está na segunda cirurgia…..espero que desta vez resolva, pois vou pensar duas vezes antes de castrar outro cavalo ou comprar um já castrado….rsrsrs…..
    Gostei muito deste canal de comunicação, foi muito importante para um direcionamento no meu caso.
    Abraço!

    • jjvet disse:

      Bom Dia Ladmir! Fico muito feliz que pude ajuda-lo!
      Observei a foto que me mandou… um tecido de granulação exuberante que espero que seja retirado na sua totalidade.
      Quando ao seu receio em realizar esse tipo de cirurgia, fique tranquilo, toda cirurgia tem seu grau de riscos, mas efetuando técnicas corretas minimizamos esses riscos.
      A cirurgia em si tem uma técnica simples, porém, não basta somente isto e sim um exame prévio do paciente, uma excelência no pós-cirúrgico e uma prescrição adequada.
      O que ocorreu com você pode demonstrar a todos os leitores os perigos de uma infecção, as dores de cabeça, a reclusão do animal e logicamente os custos deste processo.
      Mais uma vez parabenizo por ter avançado, corajosamente, na melhor solução para o caso! Muitos já teriam abandonado ou pior eutanasiado…
      Conte comigo para o que der e vier!!!
      Grande Abraço

      Joffre

      PS: Quanto a soltar o animal para uma melhor recuperação – DECISÃO ACERTADA!

      • Ladimir Junior disse:

        “um tecido de granulação exuberante que espero que seja retirado na sua totalidade”
        Quanto a este comentário, este tecido trata-se da cicatrização, certo, ou seja, irá fechar conforme a sua cicatrização e não terá que ser efetuado outros procedimentos para a retirada de mais tecidos, certo!?
        Pois a cirurgia já está com quinze dias, onde o Dr. que assiste o caso disse que irá cicatrizar por segunda intenção, ou seja, o tecido que está na foto irá fechar e ficar, certo!?
        grato!

      • jjvet disse:

        Sr Ladmir, grande ideia para um novo post! a Granulação!!!
        A foto que me mandou é de um tecido amarelado, com estruturas desvitalizadas e possivelmente com a presença de bactérias, (possível causa da ruptura da sutura).
        Confira com o veterinário que lhe assiste a maneira ideal para o curativo desta estrutura.
        Geralmente o que devemos fazer é evitar esse crescimento e quando ele está presente podemos controlar por diversas vias, extirpação total cirúrgica, controle com substâncias cáusticas ou através de pomadas contendo corticoides. Independente da maneira a ser utilizada, a infecção local deve ser combatida, assim a cicatrização ocorrerá o mais breve possível.

  50. Ladimir Junior disse:

    Ok,
    está com curativos de permanganato e biofor duas vezes ao dia e antibiotico a cada dois dias ( pencivet).

    • jjvet disse:

      Acredito que encontrei uma incongruência no tratamento!
      Antibióticos utilizados de modo intermitente além de ineficazes, podem gerar resistência bacteriana. O uso correto deve observar: dose, periodicidade e um mínimo de 5 a 7 dias consecutivos para que seu efeito seja alcançado. O antibiótico citado é uma mistura de penicilinas de frequências diferentes e estreptomicina. O uso em sub doses, períodos incorretos e freqüências ineficazes é o maior inimigo da eficácia do tratamento!
      Por favor confirme coma seu veterinario as doses, frequências e períodos de uso deste medicamento.
      Quanto aos produtos utilizados para a limpeza estão dentro de uma vasta gama de opções. A retirada do tecido desvitalizado, infectado e de crescimento exacerbado não me parece eficaz pela foto. Sugiro um debridamento físico (gaze ou escova) para retirada deste tecido. Realmente não está bonito…

  51. Ladimir Junior disse:

    Ok, tb acredito que o uso do mesmo medicamento cria uma certa registência, mas pesquisei sobre o Tribrissen, Topcef e Saneprim, pois todos os outros teste de cura com antibioticos foram com Pencivet. Certamente irei substituir o medicamento, agora quanto ao tempo de utilização do antibiotico, devo entrar com um novo e fazer em dias concecutivos, certo, mas a informação que tenho é que tenho que fazer por mais tres meses até “zerar” a ferida.
    Quanto aos curativos estamos efetuando com uma bomba pulverizadora com pressão, onde após os curativos ele fica limpo, sem o material “morto” observo tb que quando utilizo o cavalo o volume vai diminuindo.
    qual é a hora de parar com os medicamentos e manter somente os curativos?
    há uma probabilidade de após estas duas cirurgias e todo este medicamento, até mesmo a mudança dos medicamentos, após a cicatrização voltar a drenar, inchar e afins?
    quais os efeitos colaterais que o animal pode vir a ter após ser submetido a grande doses de antibioticos e por muito tempo.

    Grato!

    • jjvet disse:

      Ladmir, não funciona desta maneira! O uso destes produtos deve ser estritamente avaliado pelo sei veterinario. O uso prolongando poderá causar danos ao animal.
      O dr Google não substitui o colega e ações deste tipo só trazem malefícios. Nada substitui uma boa cultura e antibiograma para a escolha acertada do princípio ativo.
      O uso indiscriminado pode causar mais prejuízos do que benefícios.

  52. airton disse:

    bom dia doutor, meu potro está completamente curado da castracão, muito obrigado por tudas as vezes que me ajudou, vou continuar divulgando seu site.

  53. airton disse:

    gostaria de saber se posso dar equi boost ou boldenona para meu potro, ele fez a segunda muda agora e esta pesando uns 300 kilos. qual quantidade devo aplicar e quando posso dar a segunda dose, e também gostaria de saber com quantos dias os resultados começam a aparecer.

    • jjvet disse:

      Aírton!!! Anabilizantes são medicamentos estritamente receitados para correções de performance ou o seu aumento. Para tanto deve ser avaliado putos fatores, como alimentação, aprumos, idade, trabalho, etc.
      Nunca aplique esse medicamento por conta própria. Necessita de um vasto estudo do animal para tal decisão.

      Por exemplo:
      Aplicar num potro de menos de 2,5 anos fará que ele não cresça, pois fechará as linhas de crescimento dos ossos longos!

      Quer aplicar? Procure um veterinário para avaliar o todo e não apenas um ou dois fatores.

      Faz mal? Depende da dose, uso, periodicidade e ativo químico.

      Temos mais de 10 anabolizantes no mercado, nacionais e contrabandeados, veterinários e humanos.

      Cuidado com o uso indiscriminado.

      Não use sem indicação veterinaria.

      A grande maioria dos casos não são necessários. Seu uso é vem específico e depende de muitos fatores!!!!

  54. airton disse:

    quando comprei meu potro, durante a viagem ele acabou se ferindo um pouco nas maos, e até agora no local ainda não nasceram pelos o que devo fazer para nascer pelos no local do ferimento.

  55. airton disse:

    para que serve o potenay?

  56. airton disse:

    desculpe tantas perguntas, é que meu potro está sendo treinado para vaquejada e estou ouvindo muitas coisas a respeito de deixa-lo mais forte.

  57. airton disse:

    o que aqueles cavalos de vaquejadas tomam para ficar tão fortes?

    • jjvet disse:

      Entenda: genética + treinamento + alimentação + saúde = performance. Não existe mágica, não existe anabolizante, nem vitaminas que atuem em benefício desta fórmula.

      Ração de boa qualidade
      Treinamento de qualidade
      Genética de qualidade
      Assistência medico-veterinária

      Não tem segredo

      O que acontece?

      Economias porcas

      Proprietário não dá ração eficaz
      Não tem veterinario
      Não tem treinamento
      Não tem animal bom

      Como faz para igualar a um campeão??????

      Isso em todos esportes, não só vaquejada.

      Infelizmente o que acontece é a medicação por indicação. Infelizmente muitas vezes de forma burra e incorreta. Chegando a matar o cavalo!!!!

  58. airton disse:

    dr. hoje a tarde percebi que o pescosso do meu potro esta mais fino. porque sera?

    • jjvet disse:

      Airton, o mais indicado é um veterinário examinar seu animal, como já explanei por aqui mesmo, sem um exame clínico, falar o que pode ou ter ocorrido serão apenas conjecturas, por vezes errôneas.
      Fatores neurológicos, genética, alimentação, trabalho, traumas, etc.
      Consulte o seu veterinário o mais rápido possível para identificar essa causa.

  59. Mariana Macedo disse:

    Boa tarde, tenho um potro árabe de 2 anos e 4 meses, se eu já castrar ele com essa idade, posso prejudicar o crescimento dele? E quanto custa em média uma operação como essa?
    Obrigada

    • jjvet disse:

      idade ideal! não prejudicará o crescimento!
      O valor dependerá da experinecia do veterinário, local que atua e método escolhido… geralmente de 600,00 a 1000,00 reais

      • airton disse:

        dr. gostaria de saber se a creatina ajuda na formação do animal ou é só conversa de vendedor?

      • jjvet disse:

        Aírton. Responda você:
        Adiantaria um suplemento, quaisquer que sejam, sem uma alimentação com uma ração de alta energia, sem um volumoso de qualidade (feno de alfafa, capim e feno de tifton), sem uma assistência veterinária constante para identificar erros de manejo e condições atléticas do animal, sem exames laboratoriais para identificar anemias, nutalioses, infecções, etc.
        Para que serviria então um suplemento? Se tudo ao redor não está de acordo?
        Porque investir r$300,00 em um suplemento e economizar em ração e volumoso, veterinário e exames?
        Suplementos devem ser prescritos pelo seu veterinário de acordo com a necessidade que ele encontrar, empurroterapia de balcão de loja é o mais comum e como já disse, não existe milagre.

  60. airton disse:

    boa tarde doutor, estou a quase um mês dando bastante ração para meu potro, e ele já engordou bastante, procurei um veterinário e ele disse que poderia aplicar duas doses de 5 ml de equiforte que ele ficaria mais forte, assim fizemos, hoje faz 3 dias da primeira dose e a segunda será com 15 dias. sera que vai mesmo deixa-lo mais forte? pois fiz tudo direitinho, demos um vermífugo, pasto a vontade e muita ração.

  61. airton disse:

    dr. faz seis meses que castrei meu potro e ontem após dar um banho nele percebi que o pênis dele estava ereto e ele batendo contra a barriga, isto é normal? cavalos castrados podem ter ereções?

  62. airton disse:

    mas neste caso ele pode cruzar égua, ou seja , vai ficar com influencia se uma égua estiver no cio

  63. ENvet disse:

    Olá.. gostaria de saber se seria possível o colega compartilhar qual protocolo utilizado para castração com o animal em pé. grato

    • jjvet disse:

      Bom dia!
      Sem problema algum!
      O protocolo anestésico é simples e eficaz. Tartarato de butorfanol e xilazina e lidocaina local. Em animais jovens, testículos pequenos, uma dose basta, caso necessite, refaço a dose.

  64. Ladimir Junior disse:

    Boa tarde,
    Gostaria de saber qual a opinião sobre o feno de “bola” pois muitos já falaram que não é de melhor qualidade para cavalos e que causa cólicas.

    Grato!

    • jjvet disse:

      Depende! É a resposta mais acertada.
      Quantos cavalos? A pasto ou em baias? Atletas ou de passeio? Qual o custo ai na sua região? E o custo do fardo de feno? E o fardo de 500kg?
      Você tem experiência no manejo?
      Percebe que a alimentação do plantel é individualizada? Cada caso é um caso.

  65. airton disse:

    bom dia doutor, ontem fui fazer uma cavalgada em meu potro que foi castrado a seis meses, e fui até um sitio de um amigo meu, ao chegar lá havia uma égua no cio, eles ficaram separados por uma cerca e meu potro ficou com o pênis ereto e relinchando pela égua quase chegando a pular a cerca, porque isso se ele foi castrado, gostaria de saber porque se tivesse deixado ele teria cruzado a égua, porque este comportamento, e se vai ser sempre assim?

    • plinio disse:

      Não sei quanto a resposta do Dr. Veterinário, criador deste site, porém vejo que o mesmo foi criado no intuito de esclarecer dúvidas corriqueiras, emergências ou por deficiencia em dominar o assunto. Ao meu ver Airton voce está fazendo perguntas do dia a dia e de questões duvidosas. Se tem um veterinário que acompanha o seu potro, porque tudo que ele faz voce vem ao site questionar, creio que o Dr. JJVET, ja esta sem meios de responder ate porque seria anti ético.

  66. Davi disse:

    Boa noite
    O meu cavalo foi castrado já fazem seis dias, quantas vezes por dia eu posso andar nele, ele pode comer ração e qual ração?

  67. Alex Barros disse:

    bom dia Dr. castrei meu cavalo de 05 anos de idade ha 19 dias, o procedimento foi feito por 2 veterinários com sedação e anestesia local com o animal deitado. Durante a castração ele mesmo sedado ficou agitado algumas vezes. O procedimento ocorreu com a utilização de fios de otima qualidade para amarraçao do cordão espermático. Foi feita toda medicação pós cirúrgica de forma correta e o animal ficou por 2 dias na baia, sendo solto no terceiro dia em seu piquete.
    Porém ocorreu um caso raro para os veterinários durante a castração, no saco escrotal esquerdo durante a amarração do cordão desceu uma víscera, tipo uma gordura no qual teve que ser cortada um pedaço para que não ficasse para fora. Não houve hemorragia e a cicatrização começou a demorar, hoje se formou uma massa nesse lugar e essa gordurinha que desceu está impedindo a cicatrização. Local tem um inchaço e esteticamente está feio, já foi feito dimezol por 5 dias diminuindo o inchaço porém essa massa(fibrose) continua e não parecendo que vai regressar. Tenho fotos e posso lhe enviar para que por favor possa da sua opinião sobre o caso.
    desde já agradeço

  68. airton disse:

    boa tarde doutror, meu cavalo esta a mais de vinte dias com gripe, ele não esta comendo quase nada, já perdeu muito peso e massa muscular, já gastei mais de 400 com medicamentos e não resolveu, poderia me ajudar?

  69. Rodrigo disse:

    Olá Sr. JJVET. Ainda atua nesse blog? Grato. Rodrigo

  70. Rodrigues disse:

    Meu cavalo foi castrado a quase 24h e ainda esta pingando sangue e normal

  71. Marcelo Magalhaes disse:

    Bom dia!
    O que vc me fala sobre o hormônio para castração química em eguínos?
    Obrigado.

  72. Claudio Pilla disse:

    Bom dia Dr. compramos um cavalo castrado, ele tem 6 anos, mas ainda endurece o membro e fica muito ativo quando uma égua chega na sua volta e não posso soltar com outros cavalos castrados, pois, só quer brigar, o que posso fazer para resolver isto, castra-lo novamente ou o que?

    • jjvet disse:

      Bom dia Claudio, o ímpeto de garanhão, o ato de procurar fêmeas e a atitude de macho, às vezes não termina por completo, porém podemos pesquisar a parte hormonal, de repente o seu Animal é criptorquida, ou seja, apenas um testículo exposto e na castração, apenas executaram a retirada do testículo externo. Isso pode ocorrer! O ideal é verificar junto ao seu veterinário as taxas de testosterona dele.
      Grande abraço.

  73. wemerson costa disse:

    Olá Leandro. O mesmo ocorreu com meu cavalo. Você resolveu o seu problema? Se resolveu, como foi feito? Quem foi o veterinário que vc consultou? Desde já, agradeço!

  74. Magali Melo disse:

    Boa noite, há 22 dias mandei castrar meu cavalo; e ele não guarda mais o pênis. Você poderia me ajudar. Já estou achando que não tem mais jeito.

  75. airton disse:

    boa tarde dr. tenho um potro, faz dois anos em janeiro, e ate agora so desceu um testículo, isso é normal? demora ate que idade para descer o outro

  76. matheus vazarim bottos disse:

    castrei meu cavalo dia 18 de dezembro de 2015 ; e hoje dia 28 ele apresentou problemas de locomoçao anda cambaleando o que pode ser

    • jjvet disse:

      Qual técnica usou? Quais método anestésico? Quais medicamentos e protocolos do pos?

      • matheus vazarim bottos disse:

        Foi feito antitetanico 10 dias antes da cirurgia, foi usado um sedativo e anestesia local, depois foi aplicado agrovet

      • jjvet disse:

        Pelo protocolo descrito vejo que não é veterinário. Procure urgente um veterinário para que ele examine e lhe ajude. Principalmente ajude seu cavalo!!! Urgente. Podem ser várias motivos, dentre ele o tétano!!! Vc fez errado. Esse protocolo antitetânico não está correto. Não faça ações veterinárias, sei que saiu mais barato, porém agora poderia gastar bem mais. Boa sorte…

  77. matheus vazarim bottos disse:

    qual seria o procedimento do antitetanico correto ?

    • jjvet disse:

      A título de informação o soro antitetânico não deve ser feito por leigos e sim por veterinários. O soro age diferentemente da vacina, conferindo proteção momentânea. Nunca utilize medicamentos veterinários sem a correta indicação. Não se preocupe agora com isso e sim com seu animal!!! Isso é uma urgência.

  78. matheus vazarim bottos disse:

    foi tudo feito por um veterinario, amigo !
    .

    • jjvet disse:

      Então procure saber certinho o que foi feito. E procure-o o mais rápido possível. A severidade do quadro pode identificar desde uma simples inflamação local, passando por uma infecção do funículo até uma peritonite ou mesmo tétano.

  79. matheus vazarim bottos disse:

    pode ser a cicatrizaçao que faça com que cause alguma dor no animal e ele apresente a dificuldade em andar ?

  80. airton disse:

    boa tarde dr. tenho um potro, faz dois anos em janeiro, e ate agora so desceu um testículo, isso é normal? demora ate que idade para descer o SEGUNDO

  81. Ricardo disse:

    boa noite…muito bom o site esta de parabens gostaria de fazerr uma pegunta : tenho um potro de 1 ano e 4 meses e estou precisando castra-lo urgente por causa de outras eguas, gostaria de saber se ele vai continuar a se desenvolver normalmente… desde ja agradeço

  82. airton disse:

    boa tarde dr. tenho um potro, faz dois anos em janeiro, e ate agora so desceu um testículo, isso é normal? demora ate que idade para descer o outro tesitculo

  83. Emerson disse:

    oi tudo bem dr, tenho um cavalo que foi castrado como monorquida, ja faz 46 dias de castraçao, mas continua com desejo sexual, è normal

  84. EVANILDO disse:

    boa tarde, meu cavalo é castrado a muito tempo e hoje percebi um pequeno e continuo sangramento pela região do saco ou pênis. Percebi também que seu saco está grande e arriado….Também vi ele com dificuldade para urinar…O que posso fazer em primeiro caso? E o que pode ter acontecido?

    • jjvet disse:

      Boa noite! Primeiro verifique se realmente é do escroto ou do prepúcio este sangramento. Como primeira atitude você pode lavar o local com água e sabão caso não melhore ou não encontre a causa, chame um veterinário para lhe auxiliar.

  85. vinicius disse:

    Olá, sou do interior do Estado de São Paulo, fiz a aquisição de um cavalo. (garanhão)

    Levei o veterinário para efetuar a castração, chegando lá ele verificou que o cavalo tem um “saco” e o outro estava escondido, ou seja, “roncolho”. Ele disse que seria em vão efetuar a castração de um só “grão”

    O cavalo é muitooooooo, mas muito manso mesmo no dia a dia, mas quando tem uma égua do sítio vizinho no cio, ou outro garanhão por perto, ele fica muito agitado…

    Gostaria de saber o que eu posso fazer

  86. Rodrigo disse:

    Boa tarde amigo.
    Castrei um cavalo a 5 dias, já posso monta-lo ou so puxando no cabresto por enquanto.
    Parabens pelo site.

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